Vício em tela não é frescura — é um sequestro neurológico. E existe um protocolo clínico para reverter isso.
Isso é familiar para você?
Situações reais que mães com filhos viciados em tela vivem — sem saber o que fazer.
Grito, choro, agressividade. Você desiste — e sente que perdeu mais uma batalha. E amanhã tudo começa de novo.
Lição de casa, leitura, brincadeira ao ar livre — tudo parece impossível. A tela virou a única coisa que prende a atenção dele.
É confuso e frustrante. O professor diz que ele não presta atenção — mas você vê que ele consegue focar no que quer.
Como se o mundo real fosse insuportável sem a dopamina digital. E você começa a ter medo do que isso vai fazer com o cérebro dele.
Por mais de alguns dias. E você se sente impotente diante de um problema que parece maior que você.
Se você se reconheceu, saiba: não é falta de disciplina sua, nem do seu filho.
É um processo neurológico que tem tratamento clínico estruturado.
O que ninguém te conta
O cérebro infantil em desenvolvimento é particularmente vulnerável ao ciclo de recompensa digital. Cada notificação, cada fase vencida, cada like libera dopamina no mesmo circuito que drogas estimulantes.
Com o tempo, o cérebro perde a capacidade de tolerar estímulos normais. Leitura parece chata. Conversa parece lenta. O mundo real parece sem graça.
Esse processo não se reverte sozinho. Precisa de intervenção clínica estruturada.
Nosso Diferencial
Não é sobre proibir a tela. É sobre reconstruir o cérebro que a tela danificou. O primeiro módulo do protocolo é dedicado especificamente ao Detox de Dopamina.
Primeiro módulo do protocolo — recalibra o sistema de recompensa e cria uma relação saudável com a tecnologia.
Reconstrução ativa do foco real — a capacidade de se concentrar em algo que não é digital.
Pela hipnoterapia, tratamos o vazio emocional que a tela está preenchendo — a causa real do vício.
Desenvolvemos a capacidade de se entreter, criar e brincar offline — tornando o mundo real interessante de novo.
Caso real
Marcos tinha 11 anos e jogava das 14h à meia-noite todo dia. Quando a mãe desligava o roteador, ele quebrava objetos. A escola havia reprovado ele por faltas — ele fingia estar doente para ficar em casa jogando.
A mãe havia tentado aplicativos de controle parental, restrições de tempo, tirar completamente o videogame. Nada durou mais de uma semana.
Em quatro meses de protocolo, Marcos voltou a ter amigos fora do jogo. Começou a ler por conta própria. E a mãe me disse:
"Eu recuperei meu filho. Ele estava aqui, mas não estava."
— Mãe de paciente de 11 anos
Tânia — "Sem tristeza, sem angústia. Se não fosse você, acho que agora estaria mal."
Paulo — "Resultados já a partir da 1ª sessão. Clareza do problema e das mudanças que deveria fazer."
Ane — "A terapia surtiu efeito. Não estou mais sentindo aquele medo. To me sentindo tranquila."
Quem sou eu
Sou Matheus Gentile, psicoterapeuta e hipnoterapeuta com 7 anos de experiência clínica e mais de 300 famílias atendidas. Minha trajetória é marcada pela busca do que há de mais sólido e transformador na intersecção entre a psicologia clínica, a filosofia e as neurociências.
Acredito que o cuidado emocional precoce é o investimento mais poderoso que uma família pode fazer.
Onde nos encontrar
Av. João Cabral de Mello Neto, 850
CEP 22775-057 · Rio de Janeiro, RJ
R. Visc. de Ouro Preto, 5
CEP 22250-180 · Rio de Janeiro, RJ
Dúvidas frequentes
Fase não é algo que vem do nada. Sempre existe algo por trás — e sempre há a possibilidade de piorar. Além disso, o tempo em que essa "fase" permanece é um tempo perdido, que não volta mais, no desenvolvimento emocional do seu filho. Mesmo que passe sozinha, o custo de esperar raramente compensa o custo de tratar cedo.
De 4 a 18 anos. O atendimento é personalizado de acordo com as necessidades e a fase de desenvolvimento de cada paciente — com crianças menores o trabalho é mais lúdico e imagético; com adolescentes, mais reflexivo e filosófico. Cada caso é único.
Não necessariamente. Muitas crianças chegam resistentes e se abrem nas primeiras sessões — a abordagem cria um ambiente seguro e envolvente, sem pressão. Em alguns casos, começamos trabalhando com os pais para preparar o terreno antes de envolver a criança diretamente.
Sim. O Raio-X do Desenvolvimento Emocional Infantil é sempre realizado online — direto com você, responsável, sem a criança presente. O tratamento em si pode ser presencial (Barra da Tijuca ou Botafogo) ou online, dependendo da sua localização e preferência.
Não trabalhamos com convênios ou planos de saúde. Emitimos nota fiscal para todos os atendimentos — o que permite solicitar reembolso em planos que cobrem psicoterapia e incluir na declaração de IR. Consulte seu plano sobre as condições de reembolso.
Depende do caso. Questões pontuais podem ser resolvidas em poucas sessões. Processos mais profundos — traumas instalados, depressão, TOC — geralmente levam de 3 a 6 meses. O Raio-X mapeia exatamente isso e te dá uma estimativa real antes de qualquer compromisso.
O que você vai receber
Uma análise técnica de 7 dimensões do desenvolvimento do seu filho — apresentada visualmente, com clareza e sem jargão. Uma conversa direto com você, responsável. Sem a criança presente.
As 7 dimensões analisadas
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Mesmo que você não siga o tratamento com Matheus Gentile, o Raio-X tem valor por si só. É gratuito, é seu, e você sai sabendo exatamente o que está acontecendo com seu filho e o plano de ação ideal e personalizado para que ele melhore.
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